domingo, 25 de julho de 2010

Posicionamento da IPB quanto a IURD e a Mundial




Essa semana li que o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, considerou a IURD e a IMPD, seitas, e necessário é, que pessoas oriundas dessas denominações sejam rebatizadas e façam profissão de fé. Louvável o posicionamento da IPB. Há muito tempo se espera, pelo menos das grandes denominações evangélicas do Brasil, a definição do que é, e do que não é, CRISTIANISMO. A Bíblia já define bem, mas é preciso ensinar nos púlpitos. O povo cristão tem sede de ensino e exposição bíblica, algo raro até nos mais "sinceros" púlpitos deste país.

Como podemos considerar pastor cristão, alguém que não prega o Evangelho da Cruz? Como podemos considerar cristianismo algo tão contrastante com os ensinos bíblicos? Podemos considerar cristianismo algo, pelo simples fato de "crer" na Bíblia ou fazer uso dela no rito?

As grandes corporações que pregam a teologia da prosperidade, que incluem promessas de riqueza, saúde, bons relacionamentos, cura interior, libertação de demônios etc... não pregam uma coisa: a Cruz. Não o principal, mas o ÚNICO meio para a Salvação do homem. Para nós que cremos no Evangelho, trilhar os caminhos da prosperidade humana a qualquer custo tem um único fim, o inferno, lugar que caiu em desprestígio nessas denominações, que publicamente não o negam, mas o expurgam das pregações para serem continuamente agradáveis a seus clientes.

Constantemente escuto a frase: lá é um pronto-socorro! Em outras épocas eu diria... ok! Pode ser... mas meu posicionamento hoje no entanto é outro. Primeiro eu pergunto: Por quê? Quem vai lá vai atrás de quê? Falta de dinheiro, saúde, casamento arruinado? É bastante provável que a resposta se encaixe nesses quesitos ou em outros bastantes semelhantes. Creio também, que a maioria dos verdadeiramente salvos também respondem algo bem parecido. Ai faço a segunda pergunta: Não são estes desesperados, os mesmos que já foram aos centros de umbana, "tiraram" cartas e consultaram os búzios e agora estão atrás de mais uma opinião? O impressionante é que muitos se encaixam aqui também. Chego então a uma última pergunta: Cristo: Salvador ou Solução? E a resposta é sempre a mesma: SOLUÇÃO. É aqui que diferenciamos os salvos dos não salvos.

Não buscam um salvador, buscam uma solução para satisfação de suas almas. Buscam desde um emprego a um carro novo... buscam da cura da filha soropositivo à aprovação em um concurso público... buscam de tudo... menos a Cristo... Como alguém assim pode ser considerado cristão? Como uma igreja que doutrina seus membros dessa forma pode ser cristã? Como pode alguém que odeia a cruz e não entende o seu significado ser declarado salvo? Basta "sinceridade" para alguém ser salvo?

Já é hora de pastores que pregam o verdadeiro Evangelho de Cristo condenarem esse ensino de demônios que prega de tudo, de psicologia barata à atitude positiva, mas nega o principal: a Palavra de Deus. Que distorcem a Palavra e deleitam-se em fábulas. Igrejas pastoreadas por lobos vorazes que cerram a porta dos céus impedindo que outros entrem, prometendo um céu na terra que nunca existirá.

Que este concílio da IPB possa ser um primeiro brado entre muitos outros contra as corporações da "salvação por obras", que rejeitam o sacrifício da cruz em troca de sacrifício financeiro. Que viram as costas à Cruz e voltam-se para o deus riqueza.



Daniel Clós: anotações... com divulgação Genizah


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sinais de um não convertido

Sinais de um não convertido
1. Quando um homem em seu desejo de agradar seu apetite, não faz isto visando um objetivo mais elevado, ou seja, a sua preparação para o serviço de Deus, mas somente para seu próprio prazer (claro que ninguém faz tudo conscientemente visando o serviço de Deus. Entretanto, uma vida gasta no serviço de Deus é ausente do prazer carnal, de maneira geral).

2. Quando ele procura mais ansiosa e diligentemente a prosperidade do seu corpo do que da sua alma.

3.Quando ele não se abstêm de seus prazeres, mesmo quando Deus os proíbe ou quando ferem a sua alma, ou quando as necessidades da sua alma clamam que os deixe. Mas ele tem que ter seu prazer, não importa o que lhe custe; e é tão persistente nisto, que não o pode negar.

4. Quando os prazeres da carne excedem os deleites em Deus, Sua Santa Palavra e caminhos, e as expectativas de prazer infinito. E isto não só na paixão, mas na estima, escolha e ação. Quando ele prefere estar em um jogo, ou festa, ou outro entretenimento, ou adquirindo boas pechinchas ou lucros do mundo, do que viver na vida de fé e amor, que seria um modo santo e divino de viver.

5. Quando os homens fixam suas mentes em planejar e estudar para fazer provisão para os prazeres da carne e isto ocupa o primeiro lugar em seus pensamentos e lhe é prazeroso.

6. Quando eles conversam, ou ouvem, ou lêem mais coisas agradáveis à carne do que àquelas que deleitam o espírito.

7. Quando eles amam a companhia de pessoas carnais, mais do que a comunhão dos santos, nos quais eles poderiam ser exercitados no louvor ao Seu Criador.

8. Quando eles consideram que o melhor lugar para viver e trabalhar é onde eles podem satisfazer sua carne. Eles preferem estar onde têm coisas fáceis e onde nada falta para o corpo, do que em lugares onde têm muito melhor ajuda e provisão para a alma, apesar da carne ser atormentada por isso.

9. Quando ele está mais disposto a gastar dinheiro para agradar sua carne, do que para agradar a Deus.

10. Quando ele não acredita ou gosta de nenhuma doutrina exceto a “crença-fácil” (isto é, a fé que não requer obediência aos ensinos bíblicos) e odeia a mortificação dos seus pecados, que classifica como “legalismo” muito rígido. Por estes sinais e outros semelhantes, podemos facilmente conhecer o homem carnal.

Escrito por:
Richard Baxter

segunda-feira, 12 de julho de 2010



Supremo Concilio 2010: Assembléia Geral da Igreja Presbiteriana do Brasil reunida em Curitiba Imprimir

sc_pte_e_viceA IPB reelege o Rev. Roberto Brasileiro da Silva Presidente, com 1052 votos e elege o Rev. Juarez Marcondes Filho Vice Presidente, com 588 votos.

Acompanhe as novidades da reunião pelo twitter http://twitter.com/portalipb

Os momentos devocionais serão transmitidos ao vivo todos os dias às 10h. http://www.ipb.org.br/tv3/



Começou ontem 11 de julho 2010 a XXXVII Reunião Ordinária do Supremo Concilio da IPB. Estiveram presentes mais de 2 mil participantes no culto de abertura que foi transmitido ao vivo pela IPBTV. Os momentos devocionais também serão transmitidos ao vivo, todos os dias às 10h.http://www.ipb.org.br/tv3/


Por Emma Castro


sc_foto_2A XXXVII reunião do Supremo Concilio da IPB reúne cerca de 1150 Deputados vindos de 296 Presbitérios espalhados por todo o território nacional.

Desde a primeira Assembléia Geral, realizada no Rio de Janeiro , passaram-se 100 anos. A reunião de 1910 congregou um pequeno grupo de representantes dos poucos Presbitérios existentes.

O Presb. João Jaime Nunes Ferreira, presidente do Sínodo de Curitiba deu as palavras de boas vindas, e manifestou a alegria dos membros da Igreja hospedeira em acolher este evento que conta com uma equipe de apoio de 400 voluntários.

O Rev. Juarez Marcondes Filho, pastor efetivo da Igreja Hospedeira deu inicio a o Culto Solene.

O momento de louvor, foi dirigido por um “Grande Coral” formado por membros de varias igrejas da região.

O Rev. Roberto Brasileiro lembrou que a Reunião do Supremo Concilio completa 100 anos desde que foi realizada a primeira no Rio de Janeiro em 1910, “Louvamos, agradecemos e glorificamos a Deus pela história da IPB” disse o rev. Brasileiro e logo apresentou o pregador da noite, o Rev. Jung Hyun Oh (John) pastor da SaRang Community Church em Seul, Coréia, fundada em 1978 e que hoje conta com 80.000 membros. Enfatizou e que a base do crescimento da igreja é o discipulado. O interprete da mensagem foi o Rev. Yong Gyu Ko, pastor da Igreja Presbiteriana Água Viva do Brasil.

A mensagem trazida pelo Rev. Jung Oh foi baseada no texto de Atos 16.6,10 Destacou três pontos que considera vital para a igreja: 1. A necessidade de uma vida 100% entregada a Deus 2. A disponibilidade 100% para fazer a vontade de Deus 3. A obediência 100% à pregação do evangelho completo. E acrescentou que os jogos Olímpicos e o Copa do Mundo realizada no seu pais (Coréia) trouxe grande impacto e crescimento para a igreja e desejou o mesmo à igreja Presbiteriana do Brasil em 2014.

sc_foto_3Ao concluir o sermão, o Rev. Jung Oh entregou ao Rev. Roberto Brasileiro um “Barco de Aço” símbolo de uma batalha naval que mudou o rumo da história da Coréia recalcando que este presente é um símbolo das batalhas espirituais que a igreja deve continuar lutando. O presente também é um símbolo de unidade da Igreja Presbiteriana Coreana e a Igreja Presbiteriana do Brasil para levar a mensagem do evangelho a todo o mudo.

O Rev. Roberto Brasileiro agradeceu o presente e disse que uma pessoa desejou que esta reunião fosse “Inspirativa” e que era isso que estava sentindo nesse momento.

Finalmente o Rev. Brasileiro destacou a presença de algumas visitas, como senadores, deputados, vereadores, e as delegações da Austrália, Holanda e Estados Unidos e Chile.

O Culto terminou com a apresentação do Coral que entoou “Aleluia de Handel”



Veja as fotos da reunião no link

http://picasaweb.google.com/fotosipb/SupremoConcilio?authkey=Gv1sRgCNin3ejojbiB5gE#

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Kaká apoia campanha contra a prostituição de mulheres


Que o Kaká é um cara elegante e bem comportado, já sabemos! O jogador aproveitou a imagem positiva para incentivar uma causa importante que precisa mesmo de muita atenção. O meia-armador da seleção postou uma foto no seu Twitter, na manhã desta terça-feira, declarando oficialmente seu apoio à campanha contra a prostituição: Homens de verdade não compram mulheres.

A campanha foi criada pelo famoso ator americano Ashton Kutcher, em junho, no lançamento de seu novo filme de comédia ""Killers". Muito bem casado com Carol Celico, Kaká projeta uma imagem de bom marido, profissional competente e pai de família. Tudo o que a iniciativa de Ashton precisa para dar de exemplo.

Mesmo com a polêmica que assombra o seu futuro no futebol (por conta de uma lesão), e a expectativa com sua excelente atuação na Copa da África, o jogador do Real Madrid ainda encontra tempo para dedicar-se aos outros. Nota 10!

Fonte: Globo.com

sábado, 26 de junho de 2010

De poderoso líder muçulmano a abençoado evangelista cristão


NIGÉRIA - Seu pai o enviou da Arábia para Nigéria quando ele tinha 3 anos de idade para ser treinado como clérigo islâmico, mas Deus tinha outros planos para Ahmed Abdullahi. Criado na Arábia Saudita e nascido de uma família do norte da Nigéria e com alguns parentes que eram clérigos muçulmanos, Abdullahi era um candidato improvável para se tornar um cristão evangelista entre muçulmanos da África. Seu caminho até Cristo, entretanto, levou-o a superar todos os obstáculos - incluindo a sentença de morte que sua família pronunciou contra ele - para tornar-se exatamente isto.
Abdullahi não viu sua família por mais de 20 anos. Aqueles que tão bem o receberam quando ele retornou da Arábia Saudita em 1980 como um erudito clérigo muçulmano de 30 anos, sentiram que não tinham outra escolha a não ser matá-lo quando se entregou a Cristo. "Quando contei aos meus parentes que eu tinha decidido seguir a Jesus Cristo, eles planejaram me matar, forçando-me a fugir," disse Abdullahi.

Casado com Margaret, fundadora e presidente do Home Makers Ministries International, um ministério evangélico cristão para mulheres com sede internacional em Jos, Abdullahi agora encontrou sua própria família cristã.

Abdullahi nasceu na cidade de Keffi, em Nasarawa, estado no norte da Nigéria. Seu pai, um líder muçulmano de sua aldeia, entregou-o ao clérigo saudita muçulmano, Muhammad Ado, quando ele tinha apenas 3 anos, para que seu filho pudesse ser treinado como um respeitável clérigo islâmico. Abdullahi recebeu educação islâmica na Arábia Saudita, e, quando seu guardião morreu, ele retornou a sua terra natal, em 1980.

Seus parentes estavam orgulhosos de ter um líder muçulmano intelectual na família, mas logo sua alegria acabaria. Pela primeira vez em sua vida, Abdullahi conheceu cristãos.

"Eu fiquei surpreso de ver cristãos, porque no Islã, nós entendemos que o tempo de Isa (Jesus) já passou," ele disse. Esse encontro com cristãos aumentou sua curiosidade, e ele pediu uma Bíblia para saber mais sobre Jesus.

Durante uma visita ao seu irmão, Alhaji Sule, um até então trabalhador da Corporação Ferroviária Nigeriana na cidade de Maiduguri, ao norte da Nigéria, Abdullahi conheceu um líder católico que era conhecido apenas como padre Macaulay. O reverendo Macaulay entregou-lhe uma cópia da Bíblia em árabe, pois Abdullahi não sabia ler em inglês.

"No Islã, quando você nega Maomé como profeta de Deus, você deve ser morto", ele disse. "Eu sabia disso. Mas tinha pensado que, como eu não estava mais na Arábia Saudita, minha família não me trataria como eu seria tratado se estivesse naquele país. Eu estava errado. Eu não sabia que havia tanta perseguição esperando aqueles que se convertem ao cristianismo na África."

Arrasado e abandonado, para sobreviver Abdullahi às vezes retornava à mesquita para orar - e buscar comida. "Mas depois de anos de persistência, eu não preciso mais voltar," ele disse. "Eu acredito que minha conversão é um trabalho de Deus, pois, se não fosse, eu teria retornado ao Islã devido às grandes dificuldades."

Em 1986, ele se envolveu no Projeto Kanuri, um ministério cristão de evangelismo junto aos muçulmanos Kanuri, no norte da Nigéria. Desde então, ele tem sido um evangelista aos muçulmanos na República dos Camarões, Chade, Zaire (atual República do Congo), Gana, Benim, Níger, Líbia, Sudão, Marrocos, e Togo, assim como na Nigéria. Abdullahi ganhou convertidos do Islã e em alguns casos plantou igrejas. Seu testemunho encontra eco entre os africanos acostumados a interagir com forças espirituais.

"Como eu soube que a minha conversão foi trabalho do Espírito Santo?", prossegue Abdullahi. "A verdade é que, enquanto fui muçulmano, eu tinha encantos que podiam fazer com que eu desaparecesse conforme a minha vontade. Houve vezes em que não precisei viajar de carro. Tudo o que eu precisava fazer era pensar onde eu queria estar e lá eu estaria. Além disso, facas não podiam me cortar".

"Mas, quando me tornei cristão e fui batizado, de repente perdi esses poderes. Todos os poderes que eu tinha desapareceram. Então percebi que eu havia sido deixado sem poderes por poderes que eram maiores que os meus. Eu nunca imaginei que eu poderia ficar sem poderes, porque me asseguraram no Islã que ninguém poderia tirar estes poderes de mim."

Abdullahi sabe as consequências de sua audácia em proclamar Cristo entre os muçulmanos, mas ele não tem medo da morte. "Se eu for morto como eles planejam, eu sei que a morte em Cristo é uma bênção, um ganho," ele disse. "Eu não tenho medo. Jesus Cristo é o meu Senhor, e Ele me deu audácia para professar seu nome onde eu estiver."

Fonte: Compass Direct News

quinta-feira, 24 de junho de 2010


» Por trás do monge e do executivo

Entrevista com James C. Hunter


Poucos líderes nunca ouviram falar do livro O Monge e o Executivo (Editora Sextante). Ele se tornou febre no mundo corporativo, está há 222 semanas no ranking dos livros mais vendidos da Revista Veja e já vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo.

No livro, o norte-americano James C. Hunter conta a história de um executivo que vai buscar soluções para seus dilemas profissionais e pessoais num mosteiro beneditino. Neste lugar ele ouve falar de um homem que não ocupou cargo algum, não fez faculdade e sequer pisou numa empresa: Jesus Cristo. O monge apresenta o Mestre como o exemplo maior de líder.

No entanto, o que a maioria dos leitores dos livros de Hunter não sabe é que, o homem por trás do livro que expandiu o conceito de liderança servidora para as empresas é crente em Jesus Cristo há quase 30 anos. E foi sobre a sua experiência na fé que Hunter concedeu esta entrevista exclusiva para o nosso site.

Qual é a sua experiência pessoal com Cristo?

Hunter – Tenho sido um cristão sério e praticante nos últimos 28 anos. Fui batizado ainda criança, mas não levei minha fé a sério até ter 30 anos. A salvação fez sentido para mim em 1981. Atualmente, eu e minha família freqüentamos uma pequena igreja batista próxima de nossa casa.

Você já ocupou algum cargo de liderança na sua igreja local?

Hunter - Sim, já fui ancião e depois o presidente do conselho da igreja. Atualmente, sou professor do curso de Liderança e também do curso Construindo nossa Comunidade, ambos na igreja local.

Seria possível escrever um livro sobre liderança servidora sem ter experimentado o novo nascimento?

Hunter – Não! Minha fé é extremamente importante para mim e foi fundamental ao escrever livros sobre o tema.

Que tipo de retorno você tem recebido dos pastores e de outros líderes cristãos sobre seu livro?

Hunter – Os pastores e líderes cristãos que entram em contato têm apoiado e dado indicações de que amaram o livro. Mas, a maior surpresa foi que os líderes de organizações seculares foram aqueles que realmente se interessaram pelo livro. Eu gasto 98% do meu tempo ensinando o conceito de liderança servidora em empresas e somente 2% em organizações cristãs. Isto foi surpreendente! Muitas organizações cristãs acreditam que entendem e praticam o conceito de liderança servidora, embora minha experiência mostre o contrário... Na realidade, poucas organizações cristãs realmente entendem e praticam a liderança servidora.

Você acredita que os seus leitores não cristãos tem se interessado em conhecer mais sobre Jesus Cristo?

Hunter – Sim, eu realmente creio que os princípios de meus livros podem ajudar a criar uma abertura para Jesus. Eu não tenho nenhuma estatística para apoiar esta afirmação, mas meu instinto diz que o conceito de liderança servidora pode gerar mentes e corações abertos para ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.

Qual foi o seu maior desejo ao escrever este livro?

Hunter - Apresentar os princípios de liderança servidora que podem mudar nossas vidas em um mundo perdido e falido.

Que conselho daria aos líderes cristãos em relação ao tema Liderança Servidora em suas igrejas?

Hunter – O melhor conselho que posso dar é seguir o conselho e o exemplo de nosso líder Jesus. Ele disse que liderar é servir. Sendo assim, amem e sirvam os outros. Amar significa se doar para os outros, identificando e suprindo suas reais necessidades e buscando o melhor para suas vidas.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Chuvas em Pernambuco e Alagoas

CAS conclama todas as Iglesias a se solidarizar com os irmãos que sofreram perdas nos estados de Alagoas e Pernambuco Imprimir

ipb-palmaresA IPB- Igreja Presbiteriana do Brasil, através do CAS - Conselho de Ação Social, em parceria com o Seminário Presbiteriano do Norte e os Sínodos Alagoas/Sergipe e os Sínodos do Estado de Pernambuco, conclamam a todas as Igrejas a se mobilizarem em prol da campanha de arrecadação de doações para as cidades atingidas pelas enchentes e desmoronamentos ocorridos nos estados de Alagoas (Rio Largo, União Palmares) e Pernambuco (Barreiros, Catende, Cortês, Palmares, Palmerina).

Por Presb. Clineu Francisco

Pte. do CAS


Esclarecemos que nas cidades: Palmares-PE, Cortês, Palmerina e Escada-AL os templos foram totalmente destruídos bem como seus Pastores perderam seus bens. Conforme relato "Em Cortês o nosso templo presbiteriano, foi totalmente destruído e o Rev. Moacir Mauricio perdeu todos os seus bens.

Quanto a Palmares, a casa pastoral desmoronou e o Rev. Cephas Júnior perdeu todos os seus pertences, já o templo está condenado pelo poder publico.

ipb-corts-2Na cidade de Escada a água levou todos os utensílios do templo e o Rev. Aldo Santana perdeu todos os seus bens e pertences".

Esclarecemos que as doações deverão ser encaminhadas aos endereços abaixo onde estarão centralizadas a coordenação e os responsáveis pelo envio das mesmas às igrejas das cidades atingidas pelas recentes chuvas.

Itens a serem arrecadados: alimentos não perecíveis, água, leite em pó, material de limpeza e higiene pessoal, colchão, roupas e calçados em bom estado, roupas íntimas novas para adultos e crianças, roupas de cama, mesa e banho, eletrodomésticos em perfeito funcionamento.

Contatos:

1- SPN - Seminário Presbiteriano do Norte

Rua Demócrito de Souza Filho, 208 – Madalena

CEP 64055-410

Recife – PE

Telefones:- (81) 3227-0145 e 3227-0986 ou (81) 96339893

E-mail: spn@ipb.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

2- IBN - Instituto Bíblico do Norte

Rua: Drs. Carmerina Vieira de Melo, 915, Heliópolis- Garanhuns (PE)

CEP: 55293-970

Telefone: (87) 3762-1678

E-mail: ibn@bluenet.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Rev. Mariano

sexta-feira, 18 de junho de 2010

MANEIRA CERTA DE ORAR

O Que é Oração? Catecismo Maior

Resposta: Oração é um oferecimento de nossos desejos a Deus, em nome de Cristo e com o auxílio de seu Espírito e com confissão de nossos pecados e um grato reconhecimento de suas misericórdias.
Texto Prova: Sl 62.8; Jo 16.23,24; Rm 8.26; Dn 9.4; Fl 4.6

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Caráter de um Político Astuto

Revista Expressão - O Século 21 – Cidadania Cristã: Uma perspectiva Reformada; Currículo Cultura Cristã; Editora Cultura Cristã – São Paulo - SP

INTRODUÇÃO

2 Samuel 14.25: "Não havia ... em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum”.

O caráter de Absalão não é diferente de muitos personagens contemporâneos de nossa política. Na realidade, ele reflete bem como a ambição pelo poder conjugada com outros pecados transtorna o comportamento de políticos "espertos" e "astutos", levando-os a uma vida de engano e egoísmo desenfreado, na maioria das vezes com aproveitamento pessoal do bem público.

Objetivo
Estudar as ações de Absalão registradas no capítulo 15 de 2 Samuel, versos 1 a 12, identificando algumas peculiaridades de sua pessoa e caráter para que sejamos alertados.
Constatar que essas características são reflexos da natureza humana submersa em pecado.
Compreender que não devemos dar nosso apoio irrestrito a tais pessoas de intensa ambição. agir responsavelmente como cidadãos cristãos, para que as instituições que tais pessoas pretendem governar sejam também resguardadas.

1. A ASCENSÃO DE UM POLÍTICO ASTUTO

As 10 estratégias de um político sem escrúpulos. (politicagem em 12 versículos)

1. Ostentação e demonstração de poder. 2 Samuel 15:1
2. Comunicação convincente. 2 Samuel 15:2
3. Mentira. 2 Samuel 15:3
4. Ambição e engano. 2 Samuel 15:4
5. Bajulação. 2 Samuel 15:5
6. Furto de corações. 2 Samuel 15:6
7. Falsa religiosidade 2 Samuel 15:7 – 8
8. Conspiração 2 Samuel 15: 10
9. Utilização de inocentes úteis 2 Samuel 15: 11
10. Populismo 2 Samuel 15: 12

II. A QUEDA DE UM POLíTICO ASTUTO

CONCLUSÃO
O cristão deve ter consciência:
De vida tranqüila e serena perante Deus e perante os homens.
De que a sua lealdade é primordialmente para com Deus, para com a sua Palavra objetiva, para com a causa do evangelho.
De que participação política consciente não significa lealdade inconseqüente.
De que não pode se deixar manipular, como os seguidores de Absalão
De que deve sempre, com respeito, apontar o desrespeito aos princípios encontrados nas Escrituras por aqueles sobre os quais Deus colocou a responsabilidade de liderar o governo e as instituições de nosso país,
De que deve interceder sempre por eles em oração (1Tm 2. 1-8).

APLICAÇÃO
Você acha que sua participação política se limita a votar de quatro em quatro anos!.
Você acha que basta votar em candidato crente (sincero ou não)!
Como você pode melhorar a sua contribuição nessa área!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Paletras em Campina Grande-PB


Exposições abordarão o conteúdo das cartas de Apocalipse na igreja Presbiteriana de Campina Grande, estado da Paraíba, e será aberto a todas as pessoas interessadas em participar.

O Rev. Augustus Nicodemus, pastor da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, em São Paulo e chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é o convidado para uma série de exposições sobre o conteúdo das cartas endereçadas às sete Igrejas do livro de Apocalipse, com o Tema “As igrejas de Apocalipse”. As palestras ocorrerão na igreja Presbiteriana de Campina Grande, estado da Paraíba, nos dias 28 e 29 de Maio (sexta-feira e sábado), às 19h, e se encerrará com duas últimas exposições no dia 30 de Maio (domingo), às 9h e às 18h.

Para o Rev. Renan de Oliveira, pastor efetivo da igreja, o evento é organizado com o objetivo de refletir biblicamente sobre as questões que mais atacam a fé cristã e principalmente aprender mais sobre a Palavra de Deus. “Será um prazer receber os irmãos e amigos” disse o Rev. Renan

O convite é feito à todas as pessoas interessadas em participar das exposições. O endereço da Igreja Presbiteriana de Campina Grande é Avenida Floriano Peixoto, 359, Bairro São José, Paraíba/PB.

Fonte Site IPB

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eu estava lá!

Pilatos, Caifás e Judas — a quem os evangelistas apõem culpa maior pela crucificação de Jesus, e seus associados: os sacerdotes, o povo e os soldados. Acerca de cada pessoa ou grupo usa-se o mesmo verbo: paradidomi, traduzido por "entregar" ou "trair". Jesus havia predito que seria entregue nas mãos dos homens, ou "entregue para ser crucificado". E os evangelistas, ao contarem sua história, demonstram que a predição de Jesus foi verdadeira. Primeiro, Judas o entregou aos sacerdotes (por causa da ganância). A seguir, os sacerdotes o entregaram a Pilatos (por causa da inveja). Então Pilatos o entregou aos soldados (por causa da covardia), e eles o crucificaram.

Nossa reação instintiva a esse mal acumulado é dar eco à pergunta espantada de Pilatos, quando a multidão gritou pedindo o sangue de Jesus: "Que mal fez ele?" (Mateus 27:23). Pilatos, porém, não recebeu uma resposta lógica. A multidão histérica clamava cada vez mais alto: "Crucifica-o! Crucifica-o!" Mas por quê?


É natural encontrarmos desculpas para eles, pois vemos a nós mes¬mos neles e gostaríamos de ser capazes de nos desculparmos. Deveras, havia algumas circunstâncias mitigantes. Como o próprio Jesus disse ao orar pelo perdão dos soldados que o estavam crucificando: "pois não sabem o que fazem". Da mesma forma, Pedro disse a uma multidão de judeus em Jerusalém: "Eu sei que o fizestes por ignorância, como também as vossas autoridades." Paulo acrescentou que, se "os poderosos deste século" tivessem compreendido, "jamais te¬riam crucificado o Senhor da glória."

Contudo, sabiam o suficiente para ser culpados, aceitar o fato de sua culpa e ser condenados por suas ações. Não estavam eles reivindicando responsabilidade total quando clamaram: "Caia sobre nós o seu sangue, e sobre nossos filhos"? Pedro falou com toda a franqueza no dia de Pentecoste: "Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo." Além do mais, longe de discordar do seu veredicto, o coração dos ouvintes de Pedro se compungiu e perguntaram o que deviam fazer (Atos 2:36,37). Estêvão foi ainda mais direto em seu discurso ao Sinédrio, o qual o levou ao martírio. Chamou o Concilio de "homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo, assim como o fizeram vossos pais também vós o fazeis." Pois seus pais haviam perseguido os profetas e matado aqueles que predisseram a vinda do Messias, e agora tinham traído e assassinado o próprio Messias (Atos 7:51-52). Paulo, mais tarde, usou linguagem parecida ao escrever aos tessalonicenses acerca da oposição judaica do seu tempo ao evangelho: eles "mataram o Senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram". Por estarem tentando conservar os gentios afastados da salvação, o juízo viria sobre eles (1 Tessalonicenses 2:14-16).

Culpar o povo judeu pela crucificação de Jesus hoje é extremamente fora de moda. Deveras, se a crucificação for usada como uma desculpa para matá-los e persegui-los (como aconteceu no passado), ou para propagar o anti-semitismo, é absolutamente indefensável. O modo de evitar o preconceito anti-semítico, contudo, não é fingir que os judeus são inocentes, mas, tendo admitido a sua culpa, acrescentar que outros partilharam dela. É assim que os apóstolos viram a situação. Herodes e Pilatos, gentios e judeus, disseram eles, tinham juntos "conspirado" contra Jesus (Atos 4:27). Mais importante ainda, nós mesmos também somos culpados. Se estivéssemos no lugar deles, teríamos feito exatamente o que fizeram. Deveras, nós o fizemos. Pois sempre que nos desviamos de Cristo, estamos "crucificando" para nós mesmos o Filho de Deus, e o "expondo à ignomínia" (Hebreus 6:6). Nós também sacrificamos Jesus à nossa ganância como Judas, à nossa inveja como os sacerdotes, à nossa ambição como Pilatos. "Estavas lá quando crucificaram o meu Senhor?" pergunta o cântico espiritual. E devemos responder: "Sim, eu estava lá." Não apenas como espectadores, mas também como participantes, participantes culpa¬dos, tramando, traindo, pechinchando e entregando-o para ser crucificado. Como Pilatos, podemos tentar tirar de nossas mãos a responsabilidade por meio da água. Mas nossa tentativa será tão fútil quanto foi a dele. Pois há sangue em nossas mãos. Antes que possamos começar a ver a cruz como algo feito para nós (que nos leva à fé e à adoração), temos de vê-la como algo feito por nós (que nos leva ao arrependimento). Deveras, "somente o homem que está preparado para aceitar sua parcela de culpa da cruz", escreve Canon Peter Green, "pode reivindicar parte na sua graça".23

A resposta que até agora demos à pergunta: "Por que Cristo morreu"? procurou refletir o modo pelo qual os escritores do evangelho contam a sua história. Eles indicam a corrente de responsabilidade (de Judas aos sacerdotes, dos sacerdotes a Pilatos, de Pilatos aos soldados), e, pelo menos, sugerem que a ganância, a inveja e o temor, os quais instigaram o comportamento dos envolvidos, também instigam o nosso. Contudo, esse não é o relato final dos evangelistas. Omiti uma evidência vital que eles apresentam. É esta: embora Jesus tivesse sido levado à morte pelos pecados humanos, ele não morreu como mártir. Pelo contrário, ele foi à cruz espontaneamente, até mesmo deliberadamente. Desde o começo do seu ministério público, ele se consagrou a esse destino.

No seu batismo, ele se identificou com os pecadores (como mais tarde o faria por completo sobre a cruz), e em sua tentação ele se recusou a desviar-se do caminho da cruz. Ele predisse muitas vezes os seus sofrimentos e morte, como vimos no capítulo anterior, e, decididamente, partiu para Jerusalém a fim de morrer aí. O uso cons¬tante que ele faz da palavra "deve" em relação à sua morte expressa não uma compulsão exterior, mas sua resolução interior de cumprir o que a seu respeito havia sido escrito. "O Bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas", disse ele. Então, deixando de lado a metáfora, "eu dou a minha vida. . . Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou" (João 10:11, 17,18).

Além disso, quando os apóstolos resolveram escrever acerca da natureza voluntária da morte de Jesus, usaram várias vezes o mesmo verbo (paradidomi) o qual os evangelistas empregaram com relação ao ser ele entregue à morte por outros. Assim, Paulo pôde escrever que o "Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou (paradontos) por mim".24 A afirmação do apóstolo talvez tenha sido um eco de Isaías 53:12, que diz que ele "derramou (pareáothe) a sua alma na morte". Paulo também usou o mesmo verbo ao olhar para a auto-entrega voluntária do Filho à entrega do Pai. Por exemplo, "aquele que não poupou ao seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou (paredoken), porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?" Octavius Winslow resumiu o assunto com uma bela afirmativa: "Quem entregou Jesus para morrer? Não foi Judas, por dinheiro; não foi Pilatos, por temor; não foram os judeus, por inveja — mas o Pai, por amor!"

É essencial que conservemos juntos estes dois modos complementares de olhar para a cruz. No nível humano, Judas o entregou aos sacerdotes, os quais o entregaram a Pilatos, que o entregou aos soldados, os quais o crucificaram. Mas, no nível divino, o Pai o entregou, e ele se entregou a si mesmo para morrer por nós. A medida que encaramos a cruz, pois, podemos dizer a nós mesmos: "Eu o matei, meus pecados o enviaram à cruz"; e: "ele se matou, seu amor o levou à cruz". O apóstolo Pedro uniu as duas verdades em sua admirável afirmativa do dia de Pentecoste: "Sendo este entregue pelo deter¬minado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mão de iníquos." Assim, Pedro atribuiu a morte de Jesus simultaneamente ao plano de Deus e à maldade dos homens. Pois a cruz, que é uma exposição da maldade humana, como temos considerado em particular neste capítulo, é ao mesmo tempo a revelação do propósito divino de vencer a maldade humana assim exposta.

Voltoà pergunta com a qual o comecei: por que Jesus Cristo morreu? Minha primeira resposta foi que ele não morreu; ele foi morto. Agora, porém, devo equilibrar essa resposta com o seu oposto. Ele não foi morto, ele morreu, entregando-se voluntariamente para fazer a vontade do Pai.

A fim de discernir o que era a vontade do Pai, temos de examinar novamente os mesmos eventos, desta vez olhando abaixo da superfície.
Jonh Stot

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